Ando com vontade de atualizar isso aqui com mais frequencia, mas me falta inspiração pra escrever. A minha vida está de cabeça pra baixo, tudo é preocupação e eu só quero dividir sentimentos legais com as pessoas que visitam essa página. Então, vou postar aqui mais duas dicas do que eu ando ouvindo e eu espero, sinceramente, que vocês gostem. Qualquer horinha dessas eu volto com textos e programação normal:

Depeche Mode – Sounds Of The Universe [2009]
Célebre, tudo de bom e dona de uma porrada de hits, uma das bandas mais bombadas dos anos 80 está com disco saindo do forno.
Com lançamento previsto para o próximo dia 20 de abril, Sounds Of The Universe, 12º álbum de estúdio do Depeche Mode, é mais uma prova de que a banda soube manter a sua relevância e o seu devido lugar ao longo desses quase 30 anos de estrada.
Os ingleses, que nunca interromperam suas atividades, prepararam um trabalho que está dividindo fãs [é né! o disco já vazou!], embora não deixe nada a desejar. As presenças de sintetizadores analógicos [sim, analógicos!] e bateria eletrônica fizeram de algumas canções verdadeiras responsáveis por uma viagem no tempo. O resultado? Mais um puta disco, pra ficar no mesmo patamar de maravilhas como o Music For The Masses [1987] e Violator [1990]. Exagerei? Maravilha!
O single, Wrong, começou a tocar oficialmente nas rádios hoje, dia 06 de abril. Ótima música, mas, em disparada, a minha preferida é Fragile Tension, junto com In Sympathy, Peace e Miles Away.
Também [re]conhecida por suas apresentações ao vivo impecáveis, a banda anunciou uma série de shows pela Europa, ali mesmo pelas bandas do Reino Unido. Fãs brasileiros clamam por um mísero show em terras tupiniquins, no segundo semestre desse ano. Quem viver, verá.
Sounds Of The Universe deve estar tocando por aí, em um monte de mp3 player. Comigo a coisa tá meio grave. Tem Depeche Mode tocando em casa, no carro e no trabalho – e não é em mp3 player, já que me recuso a sabotar meu próprio tímpano usando aquele aparelhinho. Mas que está tocando por aqui, está. Resumindo: é um disco simples e muito, muito foda.

Os Paralamas do Sucesso – Brasil Afora [2009]
Desse trio eu juro [e todo mundo sabe] que eu sou suspeita pra falar. É, sem dúvida e sem discussão, a melhor banda desse meu Brasil-il-il [e não teimem comigo porque aqui nessa birosca a dona da razão sou eu].
Com exatos 27 anos nas costas, Os Paralamas do Sucesso finalmente voltam a ser Os Paralamas, depois de uns trabalhinhos meio sombrios, com algumas letras frias e guitarras gritantes [nada contra, claro!].
Brasil Afora [que já foi lançado, se não me engano!] é um disco feliz e que me ganhou. Tem uma misturinha de reggae, pop e rock que só Bi Ribeiro, Herbert Viana e João Barone têm moral pra fazer. Destaque para Mormaço, que faz referência à Paraíba [terra natal de Herbert Viana] e conta com a participação de Zé Ramalho – uma canção diferente, com um toque de mpb que não faz mal a ninguém.
Enfim, o disco é fofo. Cheio de músicas para pessoas apaixonadas e para avulsos como eu, que estão com o coração daquele jeito: “nem lá nem cá”.
*Aposte em mim é a sexta faixa de Brasil Afora.
P.S.: A “dupla” PJ Harvey e John Parish, com o delicioso A Woman A Man Walked By, fica pra um próximo post. Mas vão baixando ou comprando. O disco é totalmente recomendável.
Esse é pra fevereiro, de acordo com uns fóruns que eu andei lendo. Mas, óbvio, já vazou. E eu, óbvio, já baixei! hihihi!!! Stephen Patrick Morrissey, meu maior ídolo - depois do Sir. Paul McCartney – volta com um disco… normal. É. Years Of Refusal é um disco normal, completamente sem novidades. Mas a genialidade do Moz é tamanha que, mesmo sem novidade, ele consegue não ficar na mesmice. Sacaram??? I’m Throwing My Arms Around Paris [o single] é uma linda canção. E um b-side [que eu ainda não ouvi] promete a participação [curiosa] de Chrissie Hynd [vocal/The Pretenders].
Tonight [2009]: